Abrir mão de ativos para fazer caixa sempre é opção, diz Alupar

Diretor Financeiro da companhia conversou com investidores nesta sexta-feira, 10 de março

Wagner Freire Investimentos e Finanças
10/03/2017

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Alupar, José Luiz de Godoy, disse nesta sexta-feira, 10 de março, após ser questionado por um analista de mercado sobre a estratégia da empresa para investimentos futuros, durante teleconferência, que não descarta abrir mão de ativos de geração para reinvestir em novos projetos.

"Isso sempre está no nosso radar, desde que faça sentido reciclar um ativo... A gente sempre está estudando. Ano passado vendemos a Transchile... Vai depender da diferença de retorno que a gente consegue entre a venda do ativo e o investimento greenfield. Greenfield tem o risco de excussão maior, protanto, tem que ter um diferencial que justifique isso", declarou Godoy.

A Alupar possui participação em concessões de 26 sistemas de transmissão de energia elétrica, totalizando 6.788 km de linhas, localizados no Brasil e um perpétuo localizado na Colômbia, sendo 18 operacionais e oito em fase de implantação, que possuem cronograma de entrada em operação comercial entre 2018 e 2022. Em geração, por meio de hidrelétricas, PCHs e parques eólicos, no Brasil, Colômbia e Peru, possuí capacidade instalada de 550,0 MW em operação e 137,0 MW em implantação.